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A Crítica que vos critica

Nome: Camilla
Critica com gosto: Tudo e qualquer coisa que não faça sentido para minha cabecinha... Músicas confusas, apresentadores enrolados, blogs chatos (assim como o meu) e tudo mais (De um modo geral, coisas assim me causam crises de asma, sendo assim, sempre recorro a minha bombinha ou inalador...)
Adora elogiar: bandas que gosto, estilos diferentes, idéias divertidas


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Domingo, Maio 30, 2004



Falta de inspiração

É tudo culpa do frio.


:: Criticado Por **MillA ThermopoliS** :: 3:38 PM ::
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::


Domingo, Maio 16, 2004



Ainda viciada num "terrorzinho"


Identidade. Filminho pra quem gosta de terror leve e de puro suspense.

Criticado:
Identity [Identidade]

CríticaZ: Eu tinha ouvido falarem muito sobre esse filme. Críticas ruins de um modo geral. Talvez por isso eu tenha alugado esse filme. Estavam sempre falando que o filme não tinha história, que decepcionava e que até "faria Agatha Christie se remexer no túmulo" se ela o assistisse.
Decidi alugá-lo por uma questão de teimosia. Eu preciso ver algo que me falam que é ruim para, de um modo geral, discordar.
Certo. Vi o filme na prateleira. Todos os comentários ruins sobre ele me vieram a mente. "Por que não?". E o aluguei.
O filme, a princípio, é bem interessante. Começa com um julgamento de um serial killer que pode ter sua sentença negada se for alegada insanidade mental. Eles não mostram a face do assassino, o que deixa certo suspense no ar.
Essa cena é cortada, e uma seqüência de acontecimentos é mostrada. Um marido chega num motel com sua esposa ensangüentada, uma prostituta acaba de roubar um cliente rico, um chofer leva uma estrela de cinema pela estrada, um policial chega com seu condenado num carro, há um estranho homem que se diz proprietário do motel, o filho do casal citado primeiramente.
Todos estranhamente conectados de alguma forma que nem eles sabem qual é.
Mortes estranhas começam a acontecer e todos são culpados. Eles começam a morrer um a um. E quando chega o final, você vê que todos eles não passam de personalidades diferentes de uma mesma pessoa. Daquele assassino que estava sendo julgado no começo do filme. Ao desenrolar desse pedaço da história, você encontra todas as personalidades mortas, e apenas a mais "calminha" continua viva.
Na imaginação do assassino, tudo ocorria bem. Mas claro que se o pior pode acontecer ele vai. Sempre. E ainda mais se a única que sobrou foi aquela prostituta. Que claro, agora era mais inocente que todos. Como a própria personalidade assassina diz: "Whores don't get a second chance. (Putas não merecem uma segunda chance)*". E então... "Sobrou um indiozinho, e ele se matou". Ou algo do tipo.

Aqueles flashbacks do filme são ótimos. Não te deixam tontos, e te fazem entender na hora o que está acontecendo. O jogo das chaves dos quartos também foi ótimo. E aquele poeminha... Ah, o poeminha...

Adoro poeminhas feitos para espantar nossos fantasmas. Agora se conseguimos fazê-lo é outra história.

Totalmente distinta.

CríticaZ em síntese:
"When I was going up the stairs
I met a man who wasn't there
He wasn't there again today
I wish, I wish
He'd go away"

Esse é o tal do poeminha pra espantar os fantasmas. Ele funcionava somente algumas vezes no filme.
Talvez ocorra o mesmo na vida real.
Mas é melhor nem saber. Não é mesmo?
E eu não acho que esse filme faça a Agatha Christie se revirar na cova. Na minha opinião, ela tem que ter ficado muito feliz por conseguirem reproduzir de forma tão atual o que ela tinha escrito há tantos anos atrás.
"Isso é tudo papo de gente in-ve-jo-sa!"

Recomendo muito esse filme.
E visitem o site do poeminha. Ele é ótimo, sinistro, cheio de suspense. Vale tanto a pena quanto ver o filme...

* Não, eu não concordo com essa fala. Foi só para dar mais ênfase.
PS.1: Eu e minha adoração por filmes com personagens que apresentam disfunções na personalidade... Ah, como eu adoro psicologia...
PS.2: Não queira me matar, Wandinha. Por favor...


:: Criticado Por **MillA ThermopoliS** :: 4:09 PM ::
Critique você também:
::


Sexta-feira, Maio 07, 2004



Nossa, nossa, nossa. Minha melhor declaração sobre o que aconteceu com meu blog. Ainda estou matando algumas aranhas, tentando tirar a poeira, mas é muito difícil. Daqui a pouco a gente vê as baratas correndo por aqui, o mofo começando a tomar conta de cada singelo pixel do meu blog.
Meu template talvez começasse a desbotar e a cor da fonte ficasse mais clara. Tudo sinais do tempo.
Mas não, não deixarei isso ocorrer. E é por isso que estou aqui.
Com o espanador na mão e algumas críticaz na cabeça.
Ah, quer saber? Poder ler que eu deixo...
---
Antes da crítica queria agradecer às milhares [cof, cof] de sugestões que foram dadas aqui. Queria dizer que vou aproveitar algumas, que outras achei bem criativas, mas não conseguiria falar nada.
Mas, pô, Eric... Pedro de Lara!?

Sobre Pedros - parte dois

Esse é pra quem aprecia uma boa leitura. Existem sempre aqueles livros chatos que nos mandam ler na escola. Desde sempre eles enche a gente de livros que fazem a gente pensar "Em que vou usar as palavras desse autor na minha vida?". Existem autores clássicos, autores do romantismo, autores do classicismo, autores chulos, que parecem nunca acrescentar nada em nossas vidas.
Bem, essa crítica vai pra um Pedro que eu adoro.
Pedro Bandeira.

Poesia em prosa

Criticado: Pedro Bandeira

CríticaZ: Livros do Pedro Bandeira são, de um modo geral, contagiantes. Te conquistam de várias formas. Conseguem prender a sua leitura. Você lê uma página e fica ansiosa pela outra.
Eu consideraria alguns livros de Pedro Bandeira como poesia em prosa. Não, os livros deles não são romances. Também não são de ação. São uma grande mistura de sentimentos, sensações, expectativas...
É pura Literatura Brasileira extremamente interessante.
Talvez ele consiga cativar principamente por conseguir assemelhar as histórias as de nossas vidas.
Dele, já li muitos livros. Um de meus favoritos são da série "Os Karas". Droga da Obediência, Pântano de Sangue e, mais que lindo, a Droga do Amor, que consegue falar de maneira implícita e sutil sobre a AIDS, conseguindo alertar, informar e nos dizer o quão importante é ter essas informações.
Mas, acima de todos esses livros, há talvez o mais conhecido: A marca de um lágrima. Uma história cativante de uma garota poeta que descobre o amor impossível, não podendo vivê-lo por ser o seu o mesmo amor que o de sua amiga. Olhando assim, parece trama de novela mexica, mas não é.
As palavras apaixonadas de Isabel, os impasses que ela vive, as poesias que ela escreve. São todos fatores que te fazem torcer pela felicidade dela, mesmo que não seja do modo esperado.
Creio que até mesmo os títulos dos capítulos dos livros conseguem te atrair.
Enfim, é tudo uma questão de saber escrever.
E isso, ele faz muito bem.

CríticaZ em síntese: Não há mais o que declarar sobre Pedro Bandeira. Pra quem o conhece, tenho certeza que o acha genial. Pra quem conhece, mas não buscou entender o que ele dizia, aconselho nova leitura. Com certeza ele muda alguma coisa em você.
E pra quem não conhece, só um trechinho de um poema escrito pela tal da Isabel (A marca de uma lágrima):

No meu seio serás meu
Para o uso que eu quiser
Nos teus braços me abandono
Ao teu lado sou mulher


Isso no começo do livro. Diz se depois dessa você não morre de vontade de devorar todas as páginas...

PS.1: Eu tenho que mantralizar uma coisa, sempre - "Não vou abandonar o blog, não vou abandoná-lo".
Mas também... Ninguém mandou criar fróguis de nome estranho...
PS.2: Flog vicia. Sério.


:: Criticado Por **MillA ThermopoliS** :: 2:38 PM ::
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